{"id":2693,"date":"2010-08-11T20:00:58","date_gmt":"2010-08-11T23:00:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ultimobaile.com\/?p=2693"},"modified":"2025-12-24T13:02:56","modified_gmt":"2025-12-24T16:02:56","slug":"osesp-la-em-re-menor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ultimobaile.com\/?p=2693","title":{"rendered":"OSESP, l\u00e1, em r\u00e9 menor"},"content":{"rendered":"<h3><span style=\"font-weight: normal;\">J\u00e1 foi maior &#8211; hoje \u00e9 diminuta em si, sustenida, sem sol nem d\u00f3<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.ultimobaile.com\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/Serie-OSESP-Itau-Personnalite-2010.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-2696\" title=\"Serie-OSESP-Itau-Personnalite-2010\" src=\"https:\/\/www.ultimobaile.com\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/Serie-OSESP-Itau-Personnalite-2010.jpg\" alt=\"\" width=\"316\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/www.ultimobaile.com\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/Serie-OSESP-Itau-Personnalite-2010.jpg 316w, https:\/\/www.ultimobaile.com\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/Serie-OSESP-Itau-Personnalite-2010-197x300.jpg 197w\" sizes=\"auto, (max-width: 316px) 100vw, 316px\" \/><\/a>Conforme disse, <a href=\"https:\/\/www.ultimobaile.com\/?p=2633\" target=\"_blank\">sexta-feira \u00faltima fui assistir a <strong>Orquestra Sinf\u00f4nica do Estado de S\u00e3o Paulo (OSESP)<\/strong>, pela s\u00e9rie <strong>Ita\u00fa Personalit\u00e9<\/strong>, na <strong>Sala S\u00e3o Paulo (Esta\u00e7\u00e3o J\u00falio Prestes)<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora eu n\u00e3o goste de arquitetura ecletista, e de tudo o que ela representou (em oposi\u00e7\u00e3o a Art Nouveau e a Art Decor, posteriormente), n\u00e3o se pode negar que Ramos de Azevedo era um mestre: o pr\u00e9dio da <strong>Sala S\u00e3o Paulo<\/strong> \u00e9 deslumbrante! Contudo, sua reforma e requalifica\u00e7\u00e3o tem problemas. N\u00e3o se entende porque se optar por um segundo teatro s\u00e9culo-XIX (com balc\u00f5es e camarotes), se a cidade j\u00e1 tem um, o Municipal. Salvador, por exemplo, nos anos 1940 optou por ter um modernista, o Teatro Castro Alves (TCA), em que o governador senta na plateia, e n\u00e3o num camarote &#8211; e em que toda a plateia tem igual visibilidade naquela incr\u00edvel c\u00fapula em V de Bina Fenyat em que cabem duas mil pessoas. Belo Horizonte fez o mesmo: apesar de ser uma capital ecletista de nascen\u00e7a, seu teatro de concerto \u00e9 modernista, o Pal\u00e1cio das Artes, por Paulo Mendes da Rocha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois, a l\u00f3gica de transitar dentro da <strong>Esta\u00e7\u00e3o J\u00falio Prestes<\/strong> segue sendo a de uma esta\u00e7\u00e3o de trem (B\u00e8lle Ep\u00f3que, \u00e9 verdade), com corredores ligando a outros corredores e espa\u00e7os de conviv\u00eancia um tanto confusos, e n\u00e3o de um sal\u00e3o de \u00f3peras. Especialmente, ela n\u00e3o mantem qualquer rela\u00e7\u00e3o com o em torno do Parque da Luz (diferentemente da Pinacoteca do Estado, feito a partir de uma ru\u00edna ecletista de Ramos de Azevedo, com interven\u00e7\u00f5es brutalistas do modernista Paulo Mendes da Rocha &#8211; a Pinacoteca sim tem rela\u00e7\u00e3o t\u00e3o \u00edntima com a Luz que \u00e9 a \u00fanica \u00e1rea n\u00e3o degradada da atual cracol\u00e2ndia que \u00e9 o Bom Retiro). \u00c9 excludente e elitista de um modo que, de novo, o TCA com seu <em>foyer<\/em> aberto em vidros e janel\u00f5es na altura da rua no Campo Grande n\u00e3o \u00e9. E com um desnecess\u00e1rio mar de estacionamentos quando h\u00e1 metr\u00f4 e trem a 500m de dist\u00e2ncia (o TCA n\u00e3o tem uma misera vaga de carro, apesar de Salvador n\u00e3o ter metr\u00f4, e est\u00e1 cert\u00edssimo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isto posto, h\u00e1 o fetiche da ac\u00fastica da Sala S\u00e3o Paulo: o teto retr\u00e1til garantiria um eco perfeito para qualquer dimens\u00e3o de execu\u00e7\u00f5es: de cantata c\u00eanica a concerto de c\u00e2mara rococ\u00f3. E \u00e9 verdade! Mas de novo, algumas obje\u00e7\u00f5es: a sala, muito comprida, d\u00e1 a sensa\u00e7\u00e3o de a parede de som terminar antes de chegar ao ouvinte-expectador. Nada daquela &#8220;imers\u00e3o em som&#8221; por todos os lados do Municipal do Rio de Janeiro, do Theatro da Paz de Bel\u00e9m do Par\u00e1 e do Amazonas em Manaus &#8211; ou, tenho de repetir, do meu amado TCA. E o palco da J\u00falio Prestes, por aus\u00eancia de cochias e cortinas, s\u00f3 serve para concertos: nem \u00f3pera, nem teatro, nada que requeira cen\u00e1rio, \u00e9 vi\u00e1vel ali. Uma sala com estas qualidades fica restrita a um \u00fanico uso &#8211; o que, novamente (e sem medo de parecer baianoc\u00eantrico, pois trata-se do maior complexo c\u00eanico modernista do mundo depois da Opera de Sidney), n\u00e3o ocorre no TCA (embora pe\u00e7a teatral na sala principal seja confuso porque perde-se detalhes do rosto do ator), ou no Santa Isabel do Recife, etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>* * *<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ac\u00fastica da Sala S\u00e3o Paulo \u00e9, no entanto, o estado-da-arte em termos de detalhes sonoros, os mais discretos. Tanto que \u00e9 isso que revela a total inabilidade de <strong>Yan Pascal Tortelier<\/strong> como regente sinf\u00f4nico. Por exemplo, ele marca o compasso com batidinhas dos p\u00e9s no tablado. N\u00e3o apenas antes de iniciar a pe\u00e7a (o que j\u00e1 seria esquisito), como tamb\u00e9m por vezes durante a maior parte dela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o que estas marca\u00e7\u00f5es fossem discretas a ponto de precisarem de boa ac\u00fastica para serem ouvidas. E havia tamb\u00e9m os pulinhos! Ah, os pulinhos do Maestro Tortelier&#8230; Nem Forr\u00f3 regendo a frevo-orquestra da Bomba do Hemet\u00e9rio pula tanto! Pulava se ralentava, pulava se alegrava. E dava a n\u00edtida sensa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o estar regendo coisa alguma &#8211; ao contr\u00e1rio, em sua cabe\u00e7a devia estar de ceroulas em casa bailando com o <em>home-theatre<\/em> ligado. Tortelier a frente de uma orquestra \u00e9 um sintoma de autismo musical.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ningu\u00e9m venha me acusar de ser contra quebra de protocolos. Eu vibro a cada bis do Neojib\u00e1, aproximando mais e mais o modernismo erudito latino-americano do pagod\u00e3o e do samba-duro, inclusive com os m\u00fasicos levantando-se para dan\u00e7ar, e deixando os instrumentos de lado. Por\u00e9m, uma coisa \u00e9 quebra de protocolo; outra \u00e9 aus\u00eancia de t\u00e9cnica.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>* * *<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 claro que a <strong>OSESP<\/strong> continua afinad\u00edssima &#8211; s\u00f3 que, agora, incapaz de qualquer interpreta\u00e7\u00e3o. A <strong>Sinf\u00f4nica de S\u00e3o Paulo<\/strong> tornou-se uma meton\u00edmia do PSDB Paulista p\u00f3s-Covas: t\u00e9cnicos, mas sem ideologia, sem emo\u00e7\u00e3o, sem brilho, e sem vontade. Uma orquestra de funcion\u00e1rios p\u00fablicos no mau sentido &#8211; tudo aquilo pelo que John Neschling lutou para que ela n\u00e3o fosse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pode-se objetar, e eu concordaria, que John Neschling n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o bom quanto se promove; e seu centralismo fazia a OSESP executar a interpreta\u00e7\u00e3o dele para a pe\u00e7a, e n\u00e3o da orquestra como corpo est\u00e1vel (o que n\u00e3o ocorre com a Sinf\u00f4nica da Bahia, em que \u00e9 clara a personalidade do corpo orquestral em termos de interpreta\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o apenas de seu diretor ou do regente da ocasi\u00e3o). Contudo, era alguma. Hoje, \u00e9 uma orquestra tecnicista, tocando num teatro encastelado e <em>high-tec<\/em>, regida por um med\u00edocre franc\u00eas &#8211; e tudo isso fruto de uma arbitragem pol\u00edtica de Jos\u00e9 Serra e Fernando Henrique Cardoso, pondo a perder o maior legado de um dos fundadores de seu partido, Mario Covas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>* * *<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um diretor orquestral n\u00e3o precisa ser um grande maestro, e vice-versa. Nem sequer precisa ser bom gestor. Ricardo Castro \u00e9 a prova disso: n\u00e3o administra nada da OSBA nem do Neojib\u00e1, entretanto delega a administra\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas certas; n\u00e3o \u00e9 um regente acima do correto (sendo, contudo, um dos maiores pianistas deste s\u00e9culo), mas n\u00e3o se arvora a mais do que isso. Como ent\u00e3o ele conseguiu reerguer a OSBA e construir o Neojib\u00e1? Pol\u00edtica. Ricardo \u00e9 um sujeito sobretudo pol\u00edtico, e vai aqui um elogio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalho de um diretor orquestral \u00e9, como o de qualquer servidor p\u00fablico que se preze, o da negociabilidade pol\u00edtica supra-partid\u00e1ria e mais ou menos impessoal (embora use de sua pessoalidade), no entanto ideol\u00f3gica. Firmar princ\u00edpios e id\u00e9ias, e levar os governantes e gestores a faz\u00ea-los acontecer. Um trabalho de diplomata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 por esta diplomacia que a Bahia pode receber hoje, num mesmo m\u00eas, e n\u00e3o apenas para tocar e sim tamb\u00e9m para ministrar aulas, Benoit Willman, Emanuelle Baldini, Richard Young e Sir Warren-Green. Ricardo sabe o que escolher e como convencer. Dentro e fora do estado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por muito tempo John Neschling soube fazer o mesmo &#8211; embora n\u00e3o com o mesmo brilho nem com a mesma discri\u00e7\u00e3o, dado seu misto de narcisismo e populismo. <strong>Yan Pascal Tortelier<\/strong> n\u00e3o sabe, isto fica patente. Neschling foi um diretor, gestor e regente menos bom do que se propagava, mas melhor do que dizem seus detratores. E seu narcisismo era, por vezes, justific\u00e1vel. Tortelier sequer \u00e9 narcisista: paira num mundo de auto-erotismo de banheira de espumas de sais, incapaz de qualquer escolha digna.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>* * *<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O erro das escolhas vai at\u00e9 no programa. Com Neschling, a OSESP resgatou modernistas brasileiros importantes como Camargo Guarnieri e Francisco Mignone, que sempre estiveram a sombra de Villa-Lobos. E do Villa, obras pouco executadas. Este resgate vai dar no interesse do Neojib\u00e1 pelo modernismo latino-americano, e da Sinf\u00f4nica do Mato Grosso do Sul pela viola de cocho incorporada como instrumento erudito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ora, o programa da OSESP este ano abriu m\u00e3o disso, por completo! O da noite de sexta era absolutamente truncado: abria com a bel\u00edssima Sinfonia Inacabada, de Schubert &#8211; que ao inv\u00e9s de 4, tem 2 movimentos. Nenhuma outra pe\u00e7a ocupava este ato, excessivamente curto. No segundo ato, uma escolha que n\u00e3o se relaciona em nada com esta: um poema sinf\u00f4nico (ali\u00e1s, entediante) de um autor norte-americano. Por que n\u00e3o uma pe\u00e7a do nosso modernismo, que tanto bebe no romantismo tardio que Schubert prenuncia nesta obra?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>* * *<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A diagrama\u00e7\u00e3o e impress\u00e3o do libreto do programa \u00e9 uma piada a parte. Em formato A4, parece mais uma apostila de curso pre-vestibular. N\u00e3o h\u00e1 nele nenhuma fortuna cr\u00edtica sobre as obras a serem executadas. O papel \u00e9 de baixa gramatura e fica rapidamente amassado. Sinceramente, os da Sinf\u00f4nica Bahiana me pareceram mais elegantes do que eu suspeitava at\u00e9 ent\u00e3o (dobrados em tr\u00eas faces, alta gramatura, com bons excertos cr\u00edticos, cabe no bolso, etc.)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, no seu verso, informa\u00e7\u00f5es como:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A m\u00fasica de concerto valoriza detalhes muito suaves; assim, manter o sil\u00eancio na plateia \u00e9 muito importante&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(nota minha: ningu\u00e9m avisou isso ao regente batucador de p\u00e9s de dirige esta barafunda)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ou bem a OSESP cr\u00ea que a classe m\u00e9dia alta paulistana que os vai assistir \u00e9 grosseira, inculta e deseducada (no que eu concordo), ou n\u00e3o sei a que se deve isso. N\u00e3o se trata de &#8220;forma\u00e7\u00e3o de plateia&#8221;: os ingresos flutuam nos R$30,00, a meia entrada (quando a OSBA n\u00e3o cobra mais do que R$10,00, a inteira). Ali\u00e1s, um dos pulos-do-gato na gest\u00e3o de Ricardo Castro na OSBA foi dar este tipo de educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, oralmente, em in\u00edcio de concertos ao longo do ano de 2007. Mas \u00e9 totalmente diferente fazer isso na informalidade da fala, ou na formalidade do papel; ou continuar fazendo isso quase uma d\u00e9cada ap\u00f3s a OSESP se tornar relevante (Ricardo n\u00e3o faz mais isso a frente da OSBA mesmo na gratuita, e lotada, S\u00e9rie Mozart Nas Igrejas).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui novamente a OSESP trata seu p\u00fablico como tutelados, tanto quanto seus dirigentes pol\u00edticos do tucanato tratam seu eleitorado.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>* * *<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O <strong>Ita\u00fa Personalit\u00e9<\/strong> at\u00e9 se esfor\u00e7a para dar tratamento VIP aos seus convidados (nos quais se incluem os clientes deste banco <em>previlege &amp; prime<\/em>, inclusive gente de m\u00eddia grande como o jornalista da Globo News Carlos Alberto Sadenberg, a quem vi l\u00e1). Na pr\u00e1tica, \u00e9 canhestro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vejam bem, eu n\u00e3o quero com isso mostrar pouca gratid\u00e3o pela <a href=\"http:\/\/www.riot.com.br\/\" target=\"_blank\">Riot Comunica\u00e7\u00f5es<\/a>, cuja aten\u00e7\u00e3o foi simp\u00e1tica e eficiente. Mas a confus\u00e3o come\u00e7a do site: mantem-se no ar, <a href=\"http:\/\/www.google.com.br\/#hl=pt-BR&amp;source=hp&amp;q=osesp+itau+personalite&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=&amp;gs_rfai=&amp;fp=66d29182e7f03245\" target=\"_blank\">como primeira chamada em pesquisa no Google<\/a>, a <a href=\"http:\/\/www.itaupersonnalite.com.br\/index.jsp\" target=\"_blank\">programa\u00e7\u00e3o do ano passado<\/a>! &#8211; o que gerou algumas dificuldades entre mim e a Riot para decidir a qual apresenta\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie eu iria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">L\u00e1, recebe-se com o ingresso uma caixinha com dois bem-casados dentro e dois sach\u00eas de caf\u00e9 expresso. A caixinha serve como entrada para a sala VIP do Ita\u00fa na hora do intervelo. E o que acontece l\u00e1? Voc\u00ea troca seu sach\u00ea de caf\u00e9 por um caf\u00e9&#8230;! N\u00e3o havia nada mais elegante? Um gar\u00e7on distribuindo proseco ou champagne teria custo id\u00eantico e faria melhor figura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ali\u00e1s, chegamos l\u00e1 com fominha antes do espet\u00e1culo e fomos tentar comer. Tem um restaurant\u00e3o bel\u00edssimo, mas queriamos besteirinhas. Na cafeteria, em cima do restaurante, n\u00e3o saia comidinhas. Em um dos halls de acesso, contudo, havia um stand central vendendo sopa, canap\u00e9s, sucos, etc. A venda era absolutamente confusa, tendo de ser paga em dinheiro, um \u00edtem em cada balc\u00e3o diferente. O sop\u00e3o dos mendigos na Avenida Tiradentes logo ao lado me pareceu mais elegante.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>J\u00e1 foi maior &#8211; hoje \u00e9 diminuta em si, sustenida, sem sol nem d\u00f3 Conforme disse, sexta-feira \u00faltima fui assistir a Orquestra Sinf\u00f4nica do Estado de S\u00e3o Paulo (OSESP), pela s\u00e9rie Ita\u00fa Personalit\u00e9, na Sala S\u00e3o Paulo (Esta\u00e7\u00e3o J\u00falio Prestes). 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